Mestre Brancão
António Oliveira, fundador do Grupo Capoeira Beija‑Flor (Lisboa) e mentor de gerações de capoeiristas.
António Oliveira iniciou-se na capoeira ainda jovem, instigado pelo fascínio dos movimentos que viu na praia. Com dedicação e paixão, formou-se, fundou em 1998 o Grupo Capoeira Beija-Flor e desde então lidera um projeto de cultura, formação e espírito comunitário.
Hoje, Mestre Brancão representa não apenas a técnica da capoeira, mas a superação, a união e a força que caracterizam o lema do grupo: Amizade, União e Força

Nasceu em Lisboa a 15 de novembro de 1975, António Oliveira, conhecido no mundo da capoeira como Mestre Brancão, teve o seu primeiro contacto com esta arte ainda jovem, quando observou um grupo de capoeiristas a treinar na praia.
Os movimentos, a musicalidade e a energia daquela roda despertaram-lhe uma curiosidade profunda e foi nesse momento que decidiu que queria aprender capoeira.
Pouco tempo depois, soube que poderia treinar no Chapitô, com o professor Cláudio, e rapidamente se inscreveu. O entusiasmo inicial transformou-se em paixão, e o treino tornou-se parte essencial do seu quotidiano.
Com o passar do tempo, sentiu necessidade de evoluir e aprofundar os seus conhecimentos, o que o levou a ingressar na Escola Brasileira de Capoeira, onde permaneceu durante vários anos.
Quando a Escola encerrou as suas atividades no espaço onde treinava, um dos professores decidiu fundar o seu próprio grupo, e Brancão continuou o seu percurso ao lado dele durante algum tempo, no entanto, após anos de experiência, começou a questionar certas práticas e filosofias presentes em alguns grupos, sentindo que o seu caminho na capoeira precisava de refletir de forma mais fiel os seus próprios valores.
Nasceu em Lisboa a 15 de novembro de 1975, António Oliveira, conhecido no mundo da capoeira como Mestre Brancão, teve o seu primeiro contacto com esta arte ainda jovem, quando observou um grupo de capoeiristas a treinar na praia.
Os movimentos, a musicalidade e a energia daquela roda despertaram-lhe uma curiosidade profunda e foi nesse momento que decidiu que queria aprender capoeira.
Pouco tempo depois, soube que poderia treinar no Chapitô, com o professor Cláudio, e rapidamente se inscreveu. O entusiasmo inicial transformou-se em paixão, e o treino tornou-se parte essencial do seu quotidiano.
Com o passar do tempo, sentiu necessidade de evoluir e aprofundar os seus conhecimentos, o que o levou a ingressar na Escola Brasileira de Capoeira, onde permaneceu durante vários anos.
Quando a Escola encerrou as suas atividades no espaço onde treinava, um dos professores decidiu fundar o seu próprio grupo, e Brancão continuou o seu percurso ao lado dele durante algum tempo, no entanto, após anos de experiência, começou a questionar certas práticas e filosofias presentes em alguns grupos, sentindo que o seu caminho na capoeira precisava de refletir de forma mais fiel os seus próprios valores.
Foi assim que, em 1998, fundou o Grupo Capoeira Beija-Flor
Um projeto com o qual se identifica plenamente, assente na tradição, no respeito e na integridade, com o apoio e incentivo de Mestre Mário Coelho (Mestre Come-Gato).


Desde então, Mestre Brancão tem desenvolvido um trabalho sério e comprometido, fiel às raízes da capoeira e aos seus princípios fundamentais.
Através das aulas, rodas e eventos, tem partilhado a sua visão e experiência, formando novas gerações de capoeiristas e promovendo os valores que guiam o grupo: Amizade, União e Força.
Hoje, Mestre Brancão é reconhecido não apenas pela sua técnica e conhecimento, mas pela sua postura humana e pela dedicação com que lidera a Capoeira Beija-Flor, um grupo que é, acima de tudo, uma família construída com respeito, amizade e paixão pela arte.
A capoeira é mais do que um jogo — é a forma como vivo e me relaciono com o mundo.
